Milhões foram gastos nesta experiência de mostrar à população mundial o que está acontecendo com as florestas no mundo.
Google e outros "monstros" da mídia entraram na doação destes milhões.
O site que acompanha a FLORESTA perto de casa.
Pelo menos a região. Aperta o play, tá?? Senão não vai ver nada.
Digo porque a caipirinha aqui ficou olhando um tempão acontecer alguma coisa... e nada!!
Se não apertar o play, como dizia meu pai "demora mais".
quarta-feira, 5 de março de 2014
Leminski e Anja Stiegler
Versos de Leminski
imagens de Anja Stiegler
Carrego o peso da lua,
três paixões mal curadas,
um Saara de páginas,
Essa infinita madrugada.
Viver de noite
Me fez senhor do fogo.
A vocês, eu deixo o sono.
O sonho, não.
Esse, eu mesmo carrego.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Mortadela no anzol!!
E lá vai o carrinho andando pelas estradas, levando a gente para casa de amigos, em bairros distantes... Chegando lá, festa, abraços e beijos, amigos novos, prazer em conhecer, tudo bem? que legal, senta aí...nossa?? que mortadela no anzol é essa?
E sentei na soleira da porta que abre farta para o lago.
Lindo lado, cheio de peixes.
Meu amigo jogou no laguinho 700 alevinos de tilápia e alimenta, cuida da água, e percebe coisas na rotina que não estão boas...
E aí entra a traíra, ou melhor, traíras. Uma grandona, outra média e outra menor. Pensei logo numa família de traíras, felizes com a farta refeição súbita: 700 ovelhinhas tenras e deliciosas "pastando" no lago, ali, logo debaixo dos narizes deles.
E lá vai meu amigo colocar na ponta do anzol cruel a mortadela, para atrair a danada da família traíra para a morte. Peixe pré-histórico... putz...dorme na lama, na terra, quando falta água. Incrível, né??
E batendo papo com a amiga nova fiquei sabendo que na roça se come goiaba com bicho para os filhos nascerem com olhos azuis. :D
E que comendo três peixinhos vivos log ao entrar no rio faz com que o engolidor aprenda a nadar de imediato. Fato comprovado pelas crianças locais, que engolem as pequeninas criaturinhas saltitantes em pequenas e sujas peneiras e saem nadando como golfinhos. :D
Hoje, conversando coma vizinha, soube que há garantia de que dá certo, tanto uma como outra.
E chove na roça.
Finalmente.
Mais água para a terra, para as flores, para tilápias e traíras no lago do Rodrigo.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Jornada Kevin Sloan
O site é aqui
O resto é postagem das obras, que falam por sí.
Lindos as aves, animais, plantas, deste incrível artista.
O resto é postagem das obras, que falam por sí.
Lindos as aves, animais, plantas, deste incrível artista.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Pássaros na roça..observação!
Pica-pau-verde-barrado
Colaptes melanochloros
O zoom foi acionado, então a gravação não está lá tão boa.
Coração batendo a milhão!
Este é o tucano do bico verde
Ramphastos dicolorus Linaeus
Lindo demais, com penas que pareciam tão macias, sedosas!
Vontade de por na boca..beijar..cheirar..sentir o cheiro!!
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Eu ouço plantinhas, sim...qual o problema???
Tenho vasos de monte na varanda de casa. Com este calor, rego quase todas as tares, quando a "guarda" está mudando. O Sol já se retira, depois de muito brilhar, e lá vou eu, ainda com luz, molhar todo mundo.
Mas aí é que está. Não posso regar o mato todo. Parece que o resto dos verdes seres gritam de sede, pedindo uma gota de água.... eu já contei que ouvi a planta no vaso pedir água... porque não posso sentir o que os verdes seres sentem??
Loucura??
rs
Então lá vai uma foto louca
De qualquer forma, perde-se muito quando não se acredita.
Eu ouço plantinhas sim...
Qual o problema??
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Às vezes, só às vezes!!
Eu sempre faço o título da minha postagem DEPOIS que eu escrevi o texto. Porque simplesmente eu não sei o que eu vou escrever quando eu sento defronte deste aparelho barulhento e sujo. Digreção= estou mesmo falando do meu note. Ele é Positivo, e quem já teve um sabe..quando ele esquenta, e isso é bem rápido, a ventoinha do danado parece ventoinha de carro, quando desligamos o cavalo de ferro na garagem. Vummmmmmmm!!! Esse é o som bonomatopeico da ventoinha do carro.
Então, voltando...sento de fronte ao barulhento e sujo... Digreção= sujo porque o tempo passa, eu não sopro. O dia passa, eu vou jantar em frente à ele, jogando Candy Crush "escondida" em meu Facebook. O outro dia chega e eu como o pão olhando meus e-mails, ou soprando o café quente olhando para o Banco de Dados que tem que ser mexido. Sabe???
Então, voltando (2) ... sento de fronte..... e não sei o que vou escrever.
Hoje...eu sei.
É um desabafo, um xingo louco, doído de dentro do peito, direcionado à todos estes ESTÚPIDOS, BURROS, IGNORANTES, ATRASADOS, BESTAS, BOSTAS HUMANAS, MONSTROS VIOLENTOS, CRIATURAS REPUGNANTES, ODIOSAS, PUSTULENTAS, VIRULENTAS, E TUDO O QUE DE PIOR HÁ NA RAÇA HUMANA: como tratam mal os animais.
Criam porquinhos dentro de manilhas...
Deixam burros em pasto seco, sem grama ou água, por dias.
Vejo, nestas horas, que às vezes, só às vezes, eu odeio tudo isso aqui.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Roça amada
Sem explicações.
Eu QUERO explicar. :D
Fiz um período sem computador.
Um período de meditação fora na rede.
Na verdade, foi mesmo um tempo longo de entrega ao autoconhecimento. Não opcional, destes tempos passados num spa orientalizado, cheio de incensos e massagens cheirosas.
Nem passados na roça selvagem como a minha, onde a paz é relativa, dentro do verão cheio de trovões e raios. Raios sem sim na noite escura. Bichos e barulhos desconhecidos, desde o reino infinitamente pequeno até o enorme. Somos observadores atônitos no Paraíso.
Foi passado junto aos laços infinitos que o Espírito faz ao longo de sua jornada pela evolução afora. Laços de amor e ódio, que se desfazem depois de 30 anos de resgate. Participei disso. Limpezas morais, de sujeiras feitas nesta vida mesmo. hahaha... nada de buscar explicações passadas... para muitos de nossos problemas atuais, podemos achar a responsabilidade própria de ter gerado isso em nossos atos impensados e assim, lá se vai passar os próximos anos tentando consertar os erros. Ingenuidade, romantismo, burrice. Qual destes ou quem sabe todos juntos atuam às vezes de forma a gerar muuuuuuitos problemas.
Mas agradeço por ter visto as peças deste laço vivendo corajosamente estes momentos.
Não é nada fácil assumir, e viver de forma à olhar dentro dos olhos daquele por quem se sentia ódio e transformar aquele olhar, verdadeiramente, em reconciliação
Agradeço por ver também os laços que continuam em seus relacionamentos de dor e fazem novos laços perdidos em péssimas escolhas, jeito muito ruim de encarar as dificuldades da vida e sobretudo, muito medo. Daquele medo ruim, que paralisa e destrói. Estoria que se repete.
Aí o tempo não passou direito. Não foi como viver em cima, na superfície. Foi como se enfiar em alguma caverna, cheia de surpresas antigas, escondidas em pedreiras pesadas de anos acumulados em pensamentos repetidos do acontecido ruim.
Assim, subo a superfície. Vencedora. Mesmo no momento do grito revoltado, em que o corpo se transforma em tremor contínuo de gastura, inconformismo. Mesmo aí, no chão, caída, fui vencedora. Levantei e catei pitangas, tomando suco divino. rsrs Pitangas curam dores estranhas, até da alma. Me fez grande bem ficar debaixo daquela árvore iluminada por pequenas joias vermelhas. Rubis suculentos batidos com açúcar e água fresca.
Simples achar a paz na natureza. Essa entrega eu percebi, levo comigo para qualquer lugar que eu for.
Não sei se você me entende, mas eu acho, por tudo isso que eu passei, que a vida natural realmente pode mudar a energia que meu ser, eu posso achar a paz numa flor no meio da cidade cinza. Não por muito tempo. Essa recarga fina e de pouca duração, no meio do cinza, não adianta depois de um tempo. Meu ser definha e precisa voltar a recarregar as forças no verde selvagem da minha roça amada.
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